Se nega a ouvir outro sotaque
Não permite a entrada de outro ser
Se limita aos seus sorrisos, somente
Te amo
Só você
Mais ninguém
Prenda-me, julgue-me, mate-me
Se preciso for
Mas não irei dar a outro alguém
Um amor que pertence ao meu amor.
“Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna.” Caio Fernando de Abreu.
Prenda-me, julgue-me, mate-me
Se preciso for
Mas não irei dar a outro alguém
Um amor que pertence ao meu amor.
— Caio Fernando Abreu (via e-que-seja-doce)
— O Diário de Anne Frank. (via m-i-l-o-n-g-a)